Thursday, September 27, 2007
"Carolina...eu amo-te! - ainda*... Eu adoro-te, meu... A coisa q eu mais quero na vida és tu, eu dava a minha vida por ti...a coisa que eu mais quero é andar contigo, e nada vai mudar isso. Por mais damas que eu já tivesse tido até hoje, eu gostava muito delas, mas não como gosto de ti!! Não foi preciso curtir contigo para perceber o quanto eu gostava de ti, o quanto eu te amava, PERCEBES?? Isso é que me deixa lixado, tás a ver ou não? Gosto bué de ti, o que me chateia é que andas atrás dos putos todos menos de mim, que eu gosto de ti, eu amo-te!...PERCEBES? PERCEBES ISSO OU NÃO?? Eu adoro-te, a coisa que eu mais quero és tu, nada pode mudar isso..."
*Nota de Tradução: De difícil de compreensão; pela fonética poderá também ser "linda".
Wednesday, September 26, 2007
Tuesday, September 25, 2007
Friday, September 21, 2007
Mute
Approach and try to live me backwards
then without looking behind
surviving is somewhat confusing
although I never mind
if only silence could ever talk
how loud will be the voice
of this sincerely yours, violently yours
without you I am mute
without you, raped and nude
without you while you are the one can touch me like I do
If only you could crawl by yourself
and release me from all your weight
would I still love you, love you, love you, love you, to the point of hate?
Cherish my guilt and then juggle with it
that paper Jesus on your bedroom wall
will bleed us to redeem
Without you I am mute
without you, raped and nude,
Without you while you are the one can hurt me like you do
I want to know how it feels
to proceed without sharing it
your devil disguise is breaking
your face is now so crude
conscious blind and deaf and mute
it is the only way to be just near of you
it is the only way to show myself to you
Without you I am mute
raped and nude, without you...
Mute, Moonspell
Gostava de partilhar a música, mas não a encontrei no youtube...
then without looking behind
surviving is somewhat confusing
although I never mind
if only silence could ever talk
how loud will be the voice
of this sincerely yours, violently yours
without you I am mute
without you, raped and nude
without you while you are the one can touch me like I do
If only you could crawl by yourself
and release me from all your weight
would I still love you, love you, love you, love you, to the point of hate?
Cherish my guilt and then juggle with it
that paper Jesus on your bedroom wall
will bleed us to redeem
Without you I am mute
without you, raped and nude,
Without you while you are the one can hurt me like you do
I want to know how it feels
to proceed without sharing it
your devil disguise is breaking
your face is now so crude
conscious blind and deaf and mute
it is the only way to be just near of you
it is the only way to show myself to you
Without you I am mute
raped and nude, without you...
Mute, Moonspell
Gostava de partilhar a música, mas não a encontrei no youtube...
Thursday, September 20, 2007
Esta é a tua vida. A nossaa vida, o noss mundo. Sê bem vindo(a) a ela. À mais cruel realidade.
Não é como naqueles filmes...
Não é muito menos como na floribela e nas tristes novelas que por aí andam, em que um dia és recompensado(a) por toda a miséria que viveste.
Não é.
É uma realidade... sempre igual.
É um mundo em que não recebes nada pelo que dás.
É sim uma vida em que sempre tens de te adapatar para a viver. Mas nunca a vais viver tranquilamente. Nunca vais ter tudo o que queres.
Não é por quereres ser aventureiro(a) que o vais conseguir ser. Não podes, porque não te é permitido.
Não podes; porque existe o resto do mundo. E os teus direitos acabam onde começam os das pessoas que estão ao teu lado.
Não vale a pena andares na ilusão de que um dia encontrarás o equilíbrio e que tudo se tornará mais calmo. Isso não irá acontecer.
Vais andar sempre em busca de algo...mais algo. Vais estar sempre a ter de "resolver" algo até que o próximo desafio venha ao teu encontro.
É esta a cruel realidade.
Para ti e para todos.
Não é como naqueles filmes...
Não é muito menos como na floribela e nas tristes novelas que por aí andam, em que um dia és recompensado(a) por toda a miséria que viveste.
Não é.
É uma realidade... sempre igual.
É um mundo em que não recebes nada pelo que dás.
É sim uma vida em que sempre tens de te adapatar para a viver. Mas nunca a vais viver tranquilamente. Nunca vais ter tudo o que queres.
Não é por quereres ser aventureiro(a) que o vais conseguir ser. Não podes, porque não te é permitido.
Não podes; porque existe o resto do mundo. E os teus direitos acabam onde começam os das pessoas que estão ao teu lado.
Não vale a pena andares na ilusão de que um dia encontrarás o equilíbrio e que tudo se tornará mais calmo. Isso não irá acontecer.
Vais andar sempre em busca de algo...mais algo. Vais estar sempre a ter de "resolver" algo até que o próximo desafio venha ao teu encontro.
É esta a cruel realidade.
Para ti e para todos.
_ _ m _ _ _ _ a!
E _ _ _ _ _ _ d _ _ _ _ l _ _ _ o _ _ , _ _ _ _ _ _ s _ _ _ .
_ _ _ _ _ _ _ - _ _ .
T _ _ _ _ _ a ....
_ _ _ _ _ _ _ - _ _ .
T _ _ _ _ _ a ....
Wednesday, September 19, 2007
Saturday, September 15, 2007
Wednesday, September 12, 2007
Podia muito bem viver na escuridão e assim ser mais feliz sem que a tua dura realidade me atingisse.
Podia tão bem pedir-te que me mentisses todos os dias e me fizesses sentir mais especial.
Podia...
Mas talvez tenha sido sensata por te pedir que fosses completamente transparente e não me cegasses com uma qualquer outra realidade fictícia, mas que me levaria às nuvens.
Talvez tenha sido bom senso da minha parte... ou talvez tenha sido um erro...
Talvez um erro agora, mas quem sabe uma escolha acertada num qualquer futuro...que ainda está a anos de luz de distância...
Num futuro em que já não me possas tocar...e magoar...mesmo quando me tocas delicadamente.
Num futuro em que, nem a presença...nem a ausência, do meu corpo aninhado nos teus braços me causará qualquer angústia.
Podia tão bem pedir-te que me mentisses todos os dias e me fizesses sentir mais especial.
Podia...
Mas talvez tenha sido sensata por te pedir que fosses completamente transparente e não me cegasses com uma qualquer outra realidade fictícia, mas que me levaria às nuvens.
Talvez tenha sido bom senso da minha parte... ou talvez tenha sido um erro...
Talvez um erro agora, mas quem sabe uma escolha acertada num qualquer futuro...que ainda está a anos de luz de distância...
Num futuro em que já não me possas tocar...e magoar...mesmo quando me tocas delicadamente.
Num futuro em que, nem a presença...nem a ausência, do meu corpo aninhado nos teus braços me causará qualquer angústia.
Tuesday, September 11, 2007
Monday, September 10, 2007
Monday, September 3, 2007
Sunday, September 2, 2007
Setembro, Setembro.
Pequena Elegia de Setembro
Não sei como vieste,
mas deve haver um caminho
para regressar da morte.
Estás sentada no jardim,
as mãos no regaço cheias de doçura,
os olhos pousados nas últimas rosas
dos grandes e calmos dias de setembro.
Que música escutas tão atentamente
que não dás por mim?
Que bosque, ou rio, ou mar?
Ou é dentro de ti
que tudo canta ainda?
Queria falar contigo,
dizer-te apenas que estou aqui,
mas tenho medo,
medo que toda a música cesse
e tu não possas mais olhar as rosas.
Medo de quebrar o fio
com que teces os dias sem memória.
Com que palavras
ou beijos ou lágrimas
se acordam os mortos sem os ferir,
sem os trazer a esta espuma negra
onde corpos e corpos se repetem,
parcimoniosamente, no meio de sombras?
Deixa-te estar assim,
ó cheia de doçura,
sentada, olhando as rosas,
e tão alheia
que nem dás por mim.
Eugénio de Andrade
mas deve haver um caminho
para regressar da morte.
Estás sentada no jardim,
as mãos no regaço cheias de doçura,
os olhos pousados nas últimas rosas
dos grandes e calmos dias de setembro.
Que música escutas tão atentamente
que não dás por mim?
Que bosque, ou rio, ou mar?
Ou é dentro de ti
que tudo canta ainda?
Queria falar contigo,
dizer-te apenas que estou aqui,
mas tenho medo,
medo que toda a música cesse
e tu não possas mais olhar as rosas.
Medo de quebrar o fio
com que teces os dias sem memória.
Com que palavras
ou beijos ou lágrimas
se acordam os mortos sem os ferir,
sem os trazer a esta espuma negra
onde corpos e corpos se repetem,
parcimoniosamente, no meio de sombras?
Deixa-te estar assim,
ó cheia de doçura,
sentada, olhando as rosas,
e tão alheia
que nem dás por mim.
Eugénio de Andrade
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